sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Pernambuco vai distribuir tablets a alunos do 2º e 3º anos

Pernambuco vai distribuir tablets a alunos do 2º e 3º anos

FÁBIO GUIBU DE RECIFE

A Secretaria de Educação de Pernambuco vai distribuir tablets aos 170 mil estudantes do 2º e 3º anos do ensino médio das escolas estaduais. A licitação, no valor de R$ 170 milhões, foi concluída nesta quinta-feira, e a entrega dos aparelhos será feita em março, disse o secretário estadual da Educação, Anderson Gomes. Segundo ele, os recursos são do Estado, e a decisão de investir nos equipamentos foi tomada porque o governo optou por "olhar para o futuro". "Trata-se de uma mudança de paradigma. Vamos colocar nosso ensino no século 21", disse. Dados divulgados em abril de 2011 pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Pernambuco revelaram que 96,3% das 163 escolas públicas consultadas pela entidade se queixavam de problemas estruturais, como falta de professores nas salas de aula e de segurança. O secretário disse que novos professores foram contratados e que, desde 2007, "praticamente todas as escolas do Estado foram recuperadas".

"Naturalmente, vamos encontrar problemas pontuais, mas existem programas de manutenção, de construção de escolas e é preciso investir mais na qualidade." Os aparelhos doados permanecerão com os estudantes após a conclusão do ensino médio, o que obrigará o Estado a adquirir novos aparelhos todos os anos. Os tablets terão teclado físico, tela touch screen, memória de 4 GB e sistema operacional Windows. Parte do material pedagógico será inserido nos aparelhos. De acordo com o secretário, 88% das 1.100 escolas estaduais pernambucanas têm acesso à internet com velocidade de 2 GB, e 40% delas possuem rede sem fio. Desde 2008, os 26 mil professores da rede estadual recebem créditos para a compra de notebooks. Os docentes do ensino médio, segundo Gomes, serão treinados para trabalhar com os tablets.

fonte: folha.com

Programa de laptop na rede pública tem falhas, diz estudo

Programa de laptop na rede pública tem falhas, diz estudo
Projeto piloto da União esbarra na falta de capacitação de professores
ANTONIO GOIS DO RIO
Estudo feito pela UFRJ para o governo federal mostra que o programa UCA (Um Computador por Aluno), implementado em 2010 em seis municípios, esbarrou em problemas de coordenação, capacitação de professores e adequação de infraestrutura. O programa piloto do MEC forneceu 150 mil laptops de baixo custo a professores e alunos de cerca de 300 escolas públicas. Às cidades, o governo federal prometeu infraestrutura para acesso à internet e capacitação de gestores e professores. Uma das conclusões do estudo foi que a infraestrutura de rede foi inadequada. Em cinco cidades, os avaliadores identificaram que os sinais de internet eram fracos e instáveis tanto nas escolas quanto nas casas e locais públicos.

FIM DO ENTUSIASMO
Segundo a pesquisa, os professores se mostravam entusiasmados no início, mas, um ano depois, 70% relataram não ter contado com apoio para resolver problemas técnicos e 42% disseram usar raramente ou nunca os laptops em tarefas pedagógicas para os alunos. Em algumas cidades, os equipamentos que davam defeito ficaram guardados por falta de técnicos que soubessem consertá-los. Além disso, um quinto dos docentes ainda não havia recebido capacitação, e as escolas não tinham incorporado o programa em seus projetos pedagógicos. Um dos pontos positivos foi que os alunos passaram a ter mais domínio de informática. O programa foi mais eficiente para alunos de escolas que permitiram levar o laptop para casa. Foram avaliadas Barra dos Coqueiros (SE), Santa Cecília do Pavão (PR), São João da Ponta (PA), Terenos (MS) e Tiradentes (MG). Os autores do estudo não deram entrevista.

fonte: http://www.facebook.com/groups/138753319510972/318408321545470/

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Conheça alguns serviços de backup online gratuitos

Na hora de salvar seus dados de eventuais problemas que podem ocorrer no próprio computador, pensamos apenas na segurança, e não, no valor que pode custar. Então, que tal garantir a segurança de seus arquivos sem colocar a mão no bolso? Confira a lista que criamos de sites que oferecem backup online e não cobram nada por isso.

Backup online (Foto: Divulgação)Backup online (Foto: Divulgação)

SkyDrive

Este serviço, da Microsoft, é o que oferece maior capacidade de armazenamento com 25 GB livres. O SkyDrive ainda vem com os Office Web Apps, permitindo que o usuário crie e edite documentos, planilhas e apresentações. Há também uma grande integração do site com o Windows Phone e iOS.


Dropbox

O Dropbox oferece 2 GB gratuitos para o usuário, mas se você recomendar o serviço e a outra pessoa instalar a ferramenta de sincronização no computador (seja ele um Mac OS X, PC ou Linux), ambos recebem 250 MB grátis.

Este espaço extra tem limite de até 8 GB extras, ou seja, se você recomendar para todos seus amigos e eles instalarem pode usufruir de 10.2 GB livres, sem pagar por isso. O melhor diferencial do Dropbox é que o site instala uma pasta em seu computador e exatamente tudo que está lá, também se encontra na nuvem. Isso significa que para subir um arquivo para seu backup, basta copiar o arquivo para esta pasta e o site faz o resto.

iCloud

Este serviço é exclusivo para aqueles que tem um iPhone, iPod Touch ou iPad e é atribuído à uma conta da Apple. Com ele você tem 5 GB grátis para armazenar o que quiser no servidor da Apple, com a possibilidade de criar uma pasta no Mac OS X ou PC, da mesma forma que o Dropbox.

Google Docs

O Google Docs não é somente um editor de textos, planilhas, formulários, desenhos e apresentações online. Ele também serve de serviço de backup, mas com a menor capacidade de todos os listados: 1 GB grátis. Porém, na hora de aumentar o espaço é o que cobra menos, já que por US$ 5 por ano você tem 20 GB.

Box.net

Por último temos o Box.net, que oferece 5 GB grátis para todos que se cadastrarem, mas há planos para 25 GB, 50 GB, 1000 GB com planos para espaço ilimitado. Há possibilidade de compartilhamento de arquivos e também acesso por apps para os principais smartphones.

fonte: Techtudo

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Digite "Let it Snow" no Google e deixe sua tela congelar


Após o easter egg do google “Barrel Roll”, agora a página de buscas voltou com mais uma agradável surpresa natalina. Pare tudo que você está fazendo, vá até o Google, digite “Let it Snow” e deixe a página o surpreender.

Pequenos flocos de neve começarão a cair na sua tela e logo você irá ver o seu navegador cheio deles. Assim que a página se transformar em uma espécie de lago congelado, você poderá começar a desenhar com o seu mouse.

Para limpar a tela, basta clicar em “Defrost”, um botão azul que fica no canto superior direito.

Clique aqui para conferir o efeito "Barrel Roll" automaticamente.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

HQs digitais como recursos para dinamizar a construção de narrativas

Assim como livros e filmes, as histórias em quadrinhos (HQs) não ficaram para trás na cultura digital. Editoras responsáveis por títulos populares, seja no Brasil ou no exterior, trataram de criar sites e disponibilizar ferramentas web que permitem a criação de histórias online de forma coletiva ou individual. Na educação, professores atentos ao uso das tecnologias para fins pedagógicos também passaram a contemplar esse recurso em sala de aula e na formação de professores. É o caso de Maria de Fátima Franco, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), que coordena uma oficina sobre o tema para educadores como atividade do “Taba Eletrônica”, projeto de ensino, pesquisa e extensão da faculdade de letras da instituição.

Reprodução
Ambiente de criação de quadrinho da ferramenta Make Beliefs Comix
Professora de línguas, ela sempre valorizou as HQs para a construção de narrativas em sala de aula, mesmo quando as histórias existiam apenas no formato impresso, e diz que ainda hoje percebe que isso não é uma prática comum entre educadores, tendo de lidar até com preconceitos. “Tem professor que olha com certo estranhamento. À primeira vista, não considera que quadrinho é literatura, mas é”, afirma.

Maria de Fátima defende que as HQs são um ótimo meio para trabalhar discursos, e que o recurso vale para todas as disciplinas. Abaixo, em slideshare, é possível acessar uma das apresentações que fazem parte da oficina para professores, a qual também está disponível no blog “Quadrinhos na Escola” (http://www.quadrinhos-escola.blogspot.com/), recém-criado pela educadora. Em sua página na web, ela traz análises do uso dos quadrinhos em diferentes contextos da educação e várias dicas de ferramentas e ambientes. Entre as dicas, há espaço para todos os traços. Os interessados por mangás, por exemplo, encontram a sugestão de um fórum, onde se discute a criação de personagens nesse estilo.

Caminhos e boas práticas

Para os professores que quiserem experimentar ou aprofundar a experiências com HQs, há dois caminhos para acessar ferramentas na web: procurar sites e recursos das editoras, como Marvel e Máquina dos Quadrinhos ou pesquisar por ferramentas de web 2.0 voltadas para as HQs. No primeiro, a vantagem é que os alunos vão trabalhar com personagens consagrados, como Homem Aranha, no caso da Marvel, e Mônica e Cebolinha, na ferramenta da Mauricio de Sousa Produções. “A Máquina dos Quadrinhos tem uma versão gratuita e uma paga, muito completa, que tem política de desconto para instituições educacionais”, conta Maria de Fátima Franco.

Entre as ferramentas web dissociadas de editoras estão: Comeeko, Comic, Make Beliefs Comix. Todas têm opção para a criação de histórias e se tornam grande aliadas para atividades pedagógicas.

O que ter em mente antes de iniciar o trabalho com HQs

1) Como é a estrutura de uma HQ: ajuda muito ter histórias em quadrinhos online ou impressas à disposição.

2) Fazer um storyboard, onde deve estar definida a estrutura da narrativa, com o ponto alto da história (climax) e os personagens envolvidos.

3)
Não se deve didatizar radicalmente os quadrinhos. Isso significa que eles precisam ter um elemento que cause surpresa, estranhamento, alegria etc. Deve haver um corte, algo que não existe nos livros didáticos, por exemplo.

fonte: instituoclaro.org.br