quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Não gosta de Linux??? Veja que você o utiliza quase todos os dias....

Às vezes criticamos o Software Livre mas, não paramos para analisar o quanto o usamos no nosso dia-a-dia.

Para ajudar as pessoas a fazer uma reflexão sobre uso de TI e principalmente sobre o Software Livre e Open Source em sua vida, segue algumas questões abaixo, provavelmente, você se encaixa em algumas ou em várias das situações listas:

Você possivelmente:
- Navega na Internet: praticamente tudo que tem na Internet é Software Livre, começando por HTML, PHP, Apache, etc
- Acho que você faz pesquisa no Google, pois é, praticamento tudo que ela faz e usa é Software Livre e Open Source.
- Você usa Wikipédia? claro que usa! Já usou alguma vez. É cara inteligente! Pois é, para sua informação o Wikipédia é totalmente em Software Livre e Open Source.
- Você usa Home Bank na Internet, Mais de 85% de dos Bancos usam software Livre.
- Você deve jogar na Mega-Sena, na esperança de ficar milionário. Pois é todos os computadores das Casas Lotéricas usam Software Livre.
- Você se alimenta, né! Faz compra em super e hipermercados. Pois é, Carrefour em todo o mundo usa Software Livre. Condor, Big, Walmater, Califórnia, Kusma, Mercadorama, etc.
- Você faz compras, lógico que sim! Pois é, Lojas Renner, Colombo, Americanas, Magazine Luiza, Casas Bahia, etc, Usam Software Livre.
- Você tem carro, abastece nos postos de combustível, claro que sim! Pois é, a Petrobras é usuário de Software LIvre.
- Você viaja de avião! Já voou num boing, claro que sim! Pois é, a Boing é um dos maiores patrocinadores do Free Software e Open Source e ODF.
- Você usa produtos da Microsoft, claro que usa! Inclusive piratas! Isso é crime e você poderá ser preso! Você sabia? Claro que sabe! Pois é, Free Software e Open Source não é só bom mas excelente! Veja a fundação que a Microsoft criou http://codeplex.org
- Você é possivelmente um dos maiores usuários de Free Software e Open Source! Não Sabia? Pois é, quando navega na Internet, faz compras, se alimenta, anda de carro, vê TV, assiste filmes, se diverte, saca dinheiro no caixa eletrônico, etc.
- Você deve assistir filmes! Claro que sim! E, assistiu os filmes Shrek, Madagascar, Titanic, e muitos outros. Pois é, foram feitos em Software Livre.
- Você votou nas eleições! Claro que sim! Pois é, na máquina de votação o Software que tem nessas urnas eletrônicas é Software Livre!
- Você deve ter um celular! todo mundo tem! Muitos deles usa o Android, que é Software Livre.

- Todos os sites do Governo do Paraná, são quase 3.000, Foram feitos com software Livre, XOOPS. e, continuam sendo feitos em Software Livre.
- Você deve ter parentes, netos, sobrinhos, filhos de amigos que estudam nas escolas estaduais do Paraná. São 44.000 estações no Estado do Paraná. Pois é, tudo em Software Livre.
- Você possui RG emitido pelo Instituo de Identificação do Paraná! Pois é, foi feito com Software Livre.
- Você tem carros! claro que sim, deve ter mais de um! Na emissão do registro de carro e multas no Paraná são usados Software Livre.
- Você tem CNH do Paraná! Pois é, foi todinho feito em Software Livre
- A Receita Federal lançará a emissão de CPF pela Internet. Será em Software Livre.
- Você já fez refeições no McDonald’s! Claro que sim! McDonald’s usa Software Livre! Não vomite, por favor!
- Você deve ter um blog? claro que sim! Pois é, deve ser Software Livre!
- Se você quiser saber tudo isso e muito mais sobre software Livre. Use o Google, Wikipédia e Internet. Eles são Software Livre!
- O uso de Software Livre é uma questão de Inteligência e sabedoria! Você é inteligente e sábio! E, usa muito Software Livre!
- Você é um grande usuários de Free Software e Open Source! Sabia?
* Seja Livre! use Software Livre e seja Feliz!

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Como criar um GIF animado

Tutorial ensina como fazer um GIF animado
Quer deixar suas aulas mais animadas? hehehe…

Veja essa dica de como criar uma animação, utilizando um recurso digital bem simples: o GIF animado.

Se você nunca ouviu falar em “gif” ou “guif”, basta saber que ele é apenas mais um dos inúmeros formatos digitais de fotos e ilustrações existentes, assim como JPG (ou JPEG), PNG, EPS etc.

Esse tipo de arquivo, muito difundido entre usuários da internet hoje em dia, pode ser utilizado para apresentar a seus alunos conceitos básicos de animação nas aulas de Arte ou mesmo para ilustrar um conteúdo – de qualquer disciplina –, no qual o movimento ou mudança de imagens ajude a turma a compreender melhor o tema abordado. Veja alguns exemplos encontrados na internet:

Fotografias de Eadweard Muybridge exibidas em sequência no final do século XIX
Cavalo em Movimento – E. Muybridge, 1878
Como funciona um carro, infografia animada de Jake ONeil
Como funciona um carro – Jake ONeil, 2014
Como funciona?
O GIF animado armazena uma série de imagens em um único arquivo, exibindo-as em sequência, de forma automática e em loop (quer dizer, após exibir a última imagem, ele sempre retorna à primeira).

Portanto, para criar uma animação, a primeira coisa que devemos fazer é providenciar uma série de imagens com pequenas diferenças de posição, formato ou cor entre os elementos que compõem a cena. Para isso, podemos usar um programa de edição de imagens (Photoshop, Paint etc) para criar os desenhos ou usar várias fotos com a sequência de um movimento (de pessoas, objetos ou desenhos). Veja abaixo nosso exemplo:

Sequência de imagens para animação
Para animá-las, vamos usar o Gifmake, uma ferramenta online gratuita, mas existem muitos geradores de GIFs animados na web. É muito simples mesmo!

Basta fazer o upload (carregamento) de cada imagem ou arrastá-la, uma por vez, para dentro da área pontilhada indicada pelo site (como mostra a ilustração abaixo). Nessa ferramenta, existe um limite máximo de 10 imagens (ou 15, em uma versão mais “pesada” que você encontra no rodapé do site). Seus arquivos também não podem ultrapassar 1,5 Mb (tamanho em megabytes por foto).

Depois de inserir as imagens no Gifmake, clique no botão Generate Gif  para ver o resultado. Se quiser deixar a animação mais rápida ou mais lenta, basta ajustar a velocidade, deslizando o botão do cursor Delay (atraso), e clicar em Generate Gif novamente para conferir o ajuste. Quando estiver satisfeito, clique em Download GIF para salvar o arquivo no seu computador. Confira todos esses passos no esquema abaixo:

Como fazer um GIF animado no Gifmake
Depois de baixar o GIF, você pode incluir sua animação em apresentações de PowerPoint, usar em blogs ou mesmo vê-la isoladamente, abrindo o arquivo diretamente do seu computador em qualquer navegador como Chrome, FireFox, Explorer etc.

fonte: Revista Nova Escola

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Pessoas incompetentes não notam a própria incompetência

Não é preciso ser um gênio para notar esse “fenômeno”, mas agora cientistas conseguiram prová-lo

Fonte: Revista Galileu

por Redação Galileu
Editora Globo
"Monto a estante em 2 minutos"! Mais do que convencimento, o otimismo pode mostrar verdadeira ignorância sobre um assunto // Crédito: Shutterstock
Psicólogos da Universidade de Cornell conseguiram provar o que todos já sabiam: gente incompetente não se acha incompetente. Após mais de uma década de pesquisas, foi demonstrado que humanos não conseguem mensurar o que não sabem. Em outras palavras, quando alguém não conhece um assunto direito, há grandes chances dessa pessoa dizer que sabe mais do que a média.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas aplicavam provas sobre assuntos de conhecimento comum a voluntários – os tópicos variavam entre assuntos como prevenção de DSTs, inteligência emocional e desafios de lógica. Depois dos testes, os próprios voluntários deveriam estimar a nota que iriam tirar.

O resultado foi que pessoas que se saíam bem realmente eram mais confiantes do que as que iam mal, mas apenas com uma pequena margem de diferença. Em geral, as pessoas que tinham notas baixas achavam que iriam conseguir uma pontuação sempre maior do que a média. Gente que tinha um score de 10 a 15%, por exemplo, disse que sua nota ficaria entre 55 e 65%.

O mais engraçado (ou nem tanto) é que o mesmo padrão se repetia quando as pessoas deviam dar notas para suas próprias piadas. Pessoas sem graça achavam que suas anedotas eram melhores do que elas eram na realidade.

Segundo os especialistas, essa expectativa além da realidade não é uma questão de otimismo. Para eles, como as pessoas não têm nenhuma noção sobre as respostas certas do teste ou do que faz uma piada ser realmente engraçada, elas não conseguem prever se foram bem ou não. Ou seja: a ignorância pode cegá-las.

fonte: http://juntopelaeducacao.blogspot.com.br

As 10 regras que utiliza um profissional incompetente

As 10 regras que utiliza um profissional incompetente

 

Vou compartilhar com vocês as melhores regras que conseguem posicionar a ignorância nos limites que ninguém poderia imaginar. Tenho certeza de que vocês poderão reconhecê-las em alguma pessoa bem próxima que se apresenta como um completo profissional, apesar de que na realidade não deixe de ser um amador desqualificado. Estas são, no meu ponto de vista, as mais importantes:

1. “Culpar aos demais”: aconteça o que acontecer, sempre vai existir uma outra pessoa para colocar a culpa de todos os problemas, por maior ou menor que seja a sua responsabilidade. A gíria utilizada pelos inúteis dá a esta regra o nome de “ficar na defensiva” ou chegar a mencionar algo como “foi o meu cachorro que comeu os deveres“.

2. “Apropriar e aproveitar-se das conquistas dos demais”: coisa que resulta fundamental para subir muito, enquanto os que ficam embaixo não param de se queixar da sua incompetência. A gíria dos inúteis neste caso, o denomina de: “fazer bonito com o chapéu alheio”.

3. “Dizer que não fez nada”: apesar de o terem filmado cometendo o pior crime do mundo, o nega até o fim. Sempre pode ficar a ideia que foi um complô, preparado pelo seu inimigo número querendo colocar em questão o seu completo espírito de honestidade.

4. “Não dar a cara a tapa e evitar explicações”: nunca tenta se defender se fez algo errado. O acusarão de coisas que nunca houvesse imaginado. Melhor evitar explicar-se e mencionar um simples: “Não fiz nada, estão todos contra a minha honestidade e boa-fé”.

5. “Buscar testemunhas falsas para apoiar a calúnia”: sempre tem um amigo desligado, destes que fazem qualquer coisa para estar do seu lado e estarão dispostos a declarar qualquer coisa para consolidar a bobagem. É importante ter alguns à mão.

6. “Colocar os demais para falar no seu lugar”: se não há outro remédio, e não dá para usar a regra 4, é muito melhor que outros o façam no seu lugar. Junto com as testemunhas do item anterior, procure agora deixar falar pessoas bem simplonas para deixar todo o mundo entediado.

7. “Deixar um advogado falar no seu lugar”: esgotado o item anterior, melhor escolher um advogado para responder com evasivas e contradições.

8. “Inventar um papel de Santo”: se finalmente toca dizer algo, é importante ter inventado uma história que deixa da mesma altura do Espírito Santo, e que faça todos pensarem que sob nenhuma circunstância faríamos tais atos.

9. “Jogar pedras no telhado do outro”, alguém quer nos encurralar? Por mais santo que seja, terá algum defeito. Procurar esse lado escuro e bater com força até não ficar qualquer dúvida que ele é pior que o Demônio.

10. “Inventar um complô”: quando alguém conseguiu encurralá-lo , e mesmo assim não foi possível derrubá-lo, não resta outro remédio que maquinar um complô, através de uma cortina de fumaça. As histórias mais utilizadas são as que incluem violação ou abuso relacionado a uma mulher, porque sempre consegue juntar muitos louros sem sentido.

Tenham cuidado, porque ultimamente, parece ser que os ignorantes têm muito sucesso.

fonte: http://br.blog.zyncro.com

terça-feira, 20 de maio de 2014

Prevenção da Aids: uma abordagem com os professores

Prevenção da Aids: uma abordagem com os professores


Aula de Educação Sexual no Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Pernambuco. 

Professores formadores e coordenadores pedagógicos, hoje eu gostaria de falar mais diretamente com vocês.

Há mais de 30 anos o mundo trava uma batalha contra a Aids. Esses esforços têm envolvido uma série de investimentos, que vão das pesquisas laboratoriais para o desenvolvimento de novos medicamentos e exames diagnósticos mais rápidos e eficientes ao trabalho de prevenção por meio de campanhas na mídia e da atuação dos professores em sala de aula.
O fator principal para trabalhar a prevenção da Aids na escola é a tomada de consciência de que esse não é um problema apenas dos mais jovens.
De acordo com o Boletim Epidemiológico HIV/Aids, produzido pelo Ministério da Saúde, de 2003 a 2012 as maiores taxas de diagnósticos da doença foram observadas em pessoas de 30 a 49 anos. Além disso, foi registrada também uma tendência de aumento nas taxas de detecção da doença entre jovens de 15 a 24 anos e adultos com 50 anos ou mais.
A leitura fria e objetiva dos números deixa claro que o HIV não tem nenhum tipo de preconceito. Ele infecta a todos independentemente de estado civil, sexo, idade, etnia ou condição social. Basta ter relações sexuais sem camisinha com uma pessoa infectada para se contaminar.
E como será que nós, adultos, estamos lidando com esse fato? Estamos sendo bons exemplos para nossos alunos? O que é preciso saber para fazer um trabalho efetivo de prevenção na escola? É isso o que você confere a seguir.

Como estruturar o trabalho de formação?
Na minha experiência como formadora de educadores, desenvolvi um roteiro de capacitação que tem ajudado os professores a desenvolver seus trabalhos de prevenção da Aids nas escolas.

1a etapa: Ampliar os conhecimentos sobre a doença
É importante que todos os professores tenham clareza sobre algumas informações básicas sobre a doença: o que é Aids, como ela se processa no corpo, qual seu agente causador, os meios de transmissão e as formas de prevenção.

Você pode acessar os posts sobre Aids já publicados aqui no blog para esclarecer algumas dessas questões com o grupo de professores durante as reuniões de formação. Confira aqui alguns deles:


Outra boa fonte de consulta é o portal do Ministério da Saúde totalmente voltado para o tema. www.aids.gov.br

2a etapa: Vamos falar de sexo
A relação sexual é a principal forma de transmissão da Aids. Então, debater questões relativas à sexualidade é fundamental para identificar situações de risco de contaminação a que os alunos possam ser submetidos. Para isso, é importante entender o que é sexualidade e como ela se desenvolve nas crianças e adolescente. Para uma abordagem inicial dessas questões, você pode utilizar alguns vídeos do Instituto Kaplan em que eu abordo diferentes aspectos da sexualidade para propor uma discussão com o grupo.

3a etapa: Conhecer as políticas de prevenção
Agora, junte seu conhecimento sobre Aids, sexo e sexualidade na adolescência, e conheça as políticas de prevenção desenvolvidas pelo Ministério da Saúde: os fatores de risco e proteção que são adotados, o conceito de vulnerabilidade, os serviços disponíveis e as principais formas de prevenção, diagnóstico e tratamento da Aids no Brasil. Muitas dessas informações estão disponíveis no portal aids.gov.br

4a etapa: Definição dos conteúdos
Baseado no conhecimento que você adquiriu sobre o tema e na realidade dos alunos, faça um levantamento coletivo e uma leitura crítica sobre os conteúdos que podem ser utilizados de forma interdisciplinar nas conversas com os alunos sobre prevenção. Nesse momento, é importante atentar para as diferenças cognitivas de cada faixa etária e encontrar a abordagem mais adequada a cada uma delas. Minhas sugestões de leitura para esse momento são: o PCN de Orientação Sexual, o Guia de Orientação Sexual – Diretrizes e Metodologia e o Projeto Quebra Tabu, do Instituto Kaplan

5a etapa: Planejamento das abordagens
Definidos os conteúdos, o próximo passo é aprender sobre metodologia participativa, pensar em abordagens e selecionar materiais apropriados para tratar os temas com seus alunos. Aqui no próprio blog você pode encontrar algumas sugestões de dinâmicas e jogos.

6a etapa: Avaliação
Esse é o momento de monitorar e avaliar se o trabalho está mobilizando os alunos e produzindo o resultado esperado.
Para esta aprendizagem e reflexão sobre a importância da avaliação do  trabalho de prevenção da Aids, indico um excelente artigo de Ricardo Ayres, professor de Medicina Preventiva da Universidade de São Paulo (USP), voltado especificamente para essa questão (baixe o artigo aqui).

Em tempo
Se você se interessou por essa perspectiva de trabalho e gostaria de ter uma formação mais aprofundada nas questões que tratei neste post, fica aqui meu convite para o curso Quebra Tabu que acontecerá em agosto no Instituto Kaplan (mais informações aqui).

fonte: Revista Nova Escola