sexta-feira, 1 de abril de 2011

April Fools Day


April Fools' Day, sometimes called All Fools' Day, is one of the most light-hearted days of the year. Its origins are uncertain. Some see it as a celebration related to the turn of the seasons, while others believe it stems from the adoption of a new calendar.

New Year's Day Moves

Ancient cultures, including those of the Romans and Hindus, celebrated New Year's Day on or around April 1. It closely follows the vernal equinox (March 20th or March 21st.) In medieval times, much of Europe celebrated March 25, the Feast of Annunciation, as the beginning of the new year.

In 1582, Pope Gregory XIII ordered a new calendar (the Gregorian Calendar) to replace the old Julian Calendar. The new calendar called for New Year's Day to be celebrated Jan. 1. That year, France adopted the reformed calendar and shifted New Year's day to Jan. 1. According to a popular explanation, many people either refused to accept the new date, or did not learn about it, and continued to celebrate New Year's Day on April 1. Other people began to make fun of these traditionalists, sending them on "fool's errands" or trying to trick them into believing something false. Eventually, the practice spread throughout Europe.

Problems With This Explanation

There are at least two difficulties with this explanation. The first is that it doesn't fully account for the spread of April Fools' Day to other European countries. The Gregorian calendar was not adopted by England until 1752, for example, but April Fools' Day was already well established there by that point. The second is that we have no direct historical evidence for this explanation, only conjecture, and that conjecture appears to have been made more recently.

Constantine and Kugel

Another explanation of the origins of April Fools' Day was provided by Joseph Boskin, a professor of history at Boston University. He explained that the practice began during the reign of Constantine, when a group of court jesters and fools told the Roman emperor that they could do a better job of running the empire. Constantine, amused, allowed a jester named Kugel to be king for one day. Kugel passed an edict calling for absurdity on that day, and the custom became an annual event.

"In a way," explained Prof. Boskin, "it was a very serious day. In those times fools were really wise men. It was the role of jesters to put things in perspective with humor."

This explanation was brought to the public's attention in an Associated Press article printed by many newspapers in 1983. There was only one catch: Boskin made the whole thing up. It took a couple of weeks for the AP to realize that they'd been victims of an April Fools' joke themselves.

Spring Fever

It is worth noting that many different cultures have had days of foolishness around the start of April, give or take a couple of weeks. The Romans had a festival named Hilaria on March 25, rejoicing in the resurrection of Attis. The Hindu calendar has Holi, and the Jewish calendar has Purim. Perhaps there's something about the time of year, with its turn from winter to spring, that lends itself to lighthearted celebrations.

Observances Around the World

April Fools' Day is observed throughout the Western world. Practices include sending someone on a "fool's errand," looking for things that don't exist; playing pranks; and trying to get people to believe ridiculous things.

The French call April 1 Poisson d'Avril, or "April Fish." French children sometimes tape a picture of a fish on the back of their schoolmates, crying "Poisson d'Avril" when the prank is discovered.

6º Prêmio Microsoft Educadores Inovadores 2011

Estão abertas as inscrições do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores 2011

Educadores de todo o Brasil já podem enviar seus projetos e garantir sua participação!

Estão abertas até o dia 26 de junho as inscrições para a sexta edição do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores, que valoriza e reconhece os melhores projetos educacionais desenvolvidos por professores brasileiros que utilizam a tecnologia para melhorar os processos de ensino e aprendizagem.

Para concorrer, basta acessar o site www.educadoresinovadores.com.br e seguir as instruções. Educadores de todo o Brasil podem se inscrever nas seguintes categorias:

1) Escolas Públicas de Educação Básica

Podem se inscrever individualmente educadores e gestores da rede pública de ensino, independentemente de sua área de atuação (ex. Português, Matemática, Física etc.): Secretarias Municipais ou Estaduais de Ensino, incluindo os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs ou NRTEs), escolas públicas (municipais, estaduais ou federais), fundações e instituições de ensino sem fins lucrativos que atuem no Ensino Formal e não cobrem pelos serviços prestados. Também podem participar os educadores de escolas técnicas que lecionem disciplinas de educação básica como, Português, Matemática, Ciência etc.

· Inovação em Comunidade: Aprendizagem Além da Sala de Aula

· Inovação em Colaboração: Aprendizagem Colaborativa

· Inovação em Conteúdo: Construção do Conhecimento e Pensamento Crítico

Os educadores que se inscreverem em uma das três categorias acima poderão ser remanejados pelo Comitê de Seleção para duas categorias especiais: Inovação em Contextos Desafiadores e Uso Avançado de Tecnologias Microsoft na Aprendizagem.

2) Ensino Técnico - Educador Inovador Escola Técnica

Podem se inscrever individualmente educadores e gestores que lecionem disciplinas relacionadas à Tecnologia da Informação (TI) em escolas técnicas municipais, estaduais e federais.

3) Escolas Particulares - Educador Inovador Escola Particular

Podem se inscrever individualmente educadores e gestores independentemente de sua área de atuação (ex. Português, matemática, física, etc.) que lecionem em escolas particulares.

4) Educador Inovador

Todos os projetos finalistas nas categorias de Ensino Básico (escolas públicas) estarão automaticamente concorrendo na categoria Educador Inovador, cuja votação para escolha dos finalistas ocorrerá por voto popular online e presencial no dia 03 de agosto, durante o II Fórum Microsoft de Educação Inovadora.

Premiação

O Prêmio Microsoft Educadores Inovadores conta com três etapas. Até o dia 22 de julho, vinte e um projetos serão escolhidos e participarão do evento nacional de premiação que será realizado em São Paulo no dia 03 de agosto.

Aqueles que apresentarem os melhores trabalhos serão premiados com um Notebook contendo o sistema operacional da Microsoft e um pacote de aplicativos Office. Assim, poderão dar continuidade na criação de novas ideias, beneficiando cada vez mais pessoas e compartilhando o gosto e o conhecimento pela tecnologia educacional.

Após a etapa nacional, os responsáveis pelos projetos vencedores nas categorias destinadas à educação básica (escolas públicas) apresentarão seus trabalhos no Microsoft Innovative Education Forum - Latin America, que ocorrerá entre agosto e setembro no Chile. Os classificados na fase regional irão participar do Microsoft Worldwide Innovative Education Forum que será realizado em novembro deste ano em Washington, nos Estados Unidos da América. O Prêmio Microsoft Educadores Inovadores 2010 recebeu o número recorde de inscritos, foram 1.056 professores de todos os estados brasileiros. Em 2011 esperamos um número ainda maior, com o objetivo de buscar o reconhecimento internacional da educação do nosso país.

Fórum Microsoft de Educação Inovadora

Em 2010, aconteceu na cidade de São Paulo, no dia 04 de agosto, o I Fórum Microsoft de Educação Inovadora, o evento foi um sucesso, contou com palestras de diversos profissionais da área de educação e apresentou os ganhadores do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores. Cerca de 300 pessoas estavam presentes e mais de 2 mil acompanharam a transmissão ao vivo pela internet. Esse ano teremos o II Fórum Microsoft de Educação Inovadora que promete trazer grandes nomes da educação com o objetivo de debater e discutir temas atuais da área.

Para acompanhar as novidades do Prêmio, acesse: www.educadoresinovadores.com.br

Mais informações no Blog: http://educadoresinovadores.com.br/blog/

Siga no Twitter: www.twitter.com/eduinova

Para mais informações:

Criax Comunicação Organizacional

Fone: (11) 3817-4665

E-mail: contato@educadoresinovadores.com.br

segunda-feira, 28 de março de 2011

IV Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR 2011)

Seja bem-vindo à OBR!!!

Cartaz divulgação da OBR2010 Temos o orgulho de anunciar a abertura da IV Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR 2011). A OBR é uma iniciativa pública, gratuita e sem fins lucrativos totalmente dedicada às escolas, professores e jovens brasileiros que tem por objetivo despertar o interesse pela ciência e tecnologia utilizando a temática da robótica como "ferramenta para ajudar a aprender". Qualquer aluno matriculardo no ensino fundamental, médio ou técnico de qualquer escola do país, com ou sem conhecimento prévio sobre robótica está convidado a participar em uma ou mais de nossas modalidades!

Datas Importantes:

  • Abertura do portal OBR: 01/03/2011
  • Abertura das inscrições de escolas e professores: 15/03/2011
  • Abertura das inscrições de alunos: 01/04/2011
  • Divulgação das escolas sedes da categoria prática: 10/05/2011
  • Encerramento das inscrições: 03/06/2011
  • Provas Teórica e Duathlon: 10/06/11
  • Último dia para postagem das 3 melhores provas no correio: 24/06/2011
  • Provas Práticas: 11/06/2011 e/ou 18/06/2011
  • Último dia para entrada de notas: 24/06/2011
  • Divulgação dos resultados de 1a fase aos convocados: 30/06/2011
  • Liberação dos certificados on-line: 30/09/2011
  • Finais: 18 a 21/09/2011

Mapeando o Mundo

No site Show ® World você consegue visualizar com bastante clareza diversos indicadores mundiais. O site exibe um mapa mundi e, de acordo com a estatística selecionada, você consegue visualizar quais regiões da Terra são mais afetadas. Por exemplo, a imagem abaixo representa o número de mortes nas estradas.
Clique para ver a imagem ampliada

Podemos ver que o Brasil ocupa a 5ª posição neste ranking macabro.

São vários os indicadores disponíveis, agrupados em diversas categorias. As categorias principais são PEOPLE, PLANET, BUSINESS, POLITICS, LIVING, as quais, por sua vez, são divididas em subcategorias adicionais.

Assim, ao clicar em "People" - "Demographics" - "Urban Population" verifica-se que o Brasil, mesmo sem ter a quarta maior população mundial, está em 4o. lugar quando se trata de população urbana, refletindo o processo de urbanização que aconteceu no mundo nas últimas décadas.

Clique para ver a imagem ampliada

Nota: Conforme a Wikipedia, o Brasil ocupa o 5º lugar mundial quando se toma o total da população.

domingo, 27 de março de 2011

Formação: Ideias que jogam contra o ensino - Nova Escola

Ideias que jogam contra o ensino

Criança pobre não aprende. Meninos são melhores em Matemática. A repetência sempre melhora o desempenho... Recorrentes na escola e sem embasamento científico, essas ideias raramente são questionadas na escola como deveriam

Na Antiguidade, os gregos criaram os mitos para explicar o inexplicável, como os fenômenos da natureza. Raios e trovões, por exemplo, eram mandados por Zeus, o deus do céu. Ainda hoje existem mitos, muitos deles não por falta de explicações científicas, mas pelo desconhecimento sobre elas. No mundo da Educação, isso é recorrente e conceitos equivocados e sem comprovação são difundidos e reforçados para justificar algumas práticas.

Um dos principais é o de que criança pobre não aprende, surgido em resposta à universalização do ensino no Brasil - a chegada à escola das camadas mais pobres da população, até então privadas desse direito. Sem acesso à leitura, à informação e a manifestações artísticas no meio familiar, o capital cultural, nas palavras de Pierre Bourdieu (1930-2002), grande parte desses alunos é condenada ao fracasso escolar. De fato, esse repertório facilita a aprendizagem, mas não é determinante para o destino deles.

Em pleno século 21, não é mais possível crer que o pouco acesso a bens culturais, a pobreza e a falta de participação dos pais na vida escolar dos filhos sejam decisivos para a não-aprendizagem - e levem à reprovação. "Se as crianças vivem em condições mais duras, cabe justamente à escola compensar esse problema", diz Maria do Pilar Lacerda Almeida e Silva, secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC). A ciência mostra que todos podem aprender. Ao longo do século 20, muitas pesquisas foram feitas para entender melhor o desenvolvimento da inteligência, a forma como a criança aprende e os meios de potencializar o trabalho em classe.

O desconhecimento sobre os resultados desses estudos também alimenta os mitos que povoam nossas escolas. A importância da interação em sala de aula, por exemplo, que coloca o aluno como protagonista no processo de aprendizagem, ainda está distante da realidade.

Os saberes disponíveis hoje podem ajudar você, educador, a enfrentar problemas como a repetência e a indisciplina. "Precisamos desenvolver práticas pedagógicas que permitam ensinar todos. Afinal, aprender é um direito constitucional. Não se trata de fazer mais do mesmo, mas oferecer um ensino diferente. Os alunos agora são outros", diz José Francisco Soares, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

NOVA ESCOLA listou 15 mitos da Educação e ouviu especialistas para ajudar você a entender por que cada um deles não se sustenta e os motivos pelos quais é necessário derrubá-los. Essa reflexão pode contribuir para eliminar falsos obstáculos na sua prática e oferecer um ensino diferente e, com certeza, melhor.

Fonte: Revista Nova Escola

Artigo: 7 pecados da reunião pedagógica - Nova Escola

Gestão Escolar:

Como fugir dos erros mais comuns e acertar no trabalho coletivo


1 Participação facultativa

O que acontece A escola não obriga os professores a comparecer aos encontros de formação, pois:

- A rede não paga pelos horários de estudo coletivo.
- Os docentes trabalham em mais de uma escola.
- A prioridade é dada às tarefas individuais (como corrigir lição de casa), em detrimento das coletivas.

Por que é um erro Se alguns docentes participam da formação e outros não, o ensino na escola não se desenvolve como um todo: os alunos dos professores que vão atrás da formação aprenderão, enquanto os outros, não. Também não há troca de experiências ou aperfeiçoamento de estratégias. "O trabalho pedagógico pede um esforço conjunto para o planejamento de maneiras eficazes a fim de que os alunos avancem. Caso contrário, há um empobrecimento do currículo e dos processos didáticos", diz Inês Assunção de Castro Teixeira, pesquisadora, socióloga e professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Como corrigir Se o problema é o não-pagamento das horas de formação, a categoria tem o direito de pedir a regulamentação junto à Secretaria de Educação. Até que haja mudanças, é preciso buscar alternativas, como montar um calendário que preveja encontros regulares do coordenador com os professores, agrupados por série, ciclo ou disciplina - que também resolvem o problema quando parte da equipe não cumpre jornada integral. Contudo, se os docentes são dispensados, os gestores precisam rever seus conceitos sobre a qualidade do ensino e procurar capacitação.

2 Ausência de regularidade das reuniões

O que acontece Às vezes, o problema da obrigatoriedade é solucionado, mas não existe periodicidade para os encontros porque:

- As reuniões não estão previstas no calendário.
- Os encontros, quando marcados, são cancelados.
- A equipe só se reúne quando há alguma urgência.

Por que é um erro É impossível desenvolver uma sequência formativa bem encadeada quando os encontros ocorrem de vez em quando. "Sem regularidade, o coordenador pedagógico não consegue acompanhar o uso das estratégias para ver se elas estão dando resultados e dar retorno para o grupo a tempo de fazer os ajustes necessários no planejamento", diz Marisa Garcia, professora do Instituto Superior de Educação Vera Cruz (Isevec), em São Paulo.

Como corrigir É imprescindível que o coordenador monte um cronograma prevendo a frequência do trabalho pedagógico coletivo e respeite-o. Encontros semanais ou quinzenais, com duração de mínima de duas horas, são o ideal.

3 Inexistência de plano anual de formação

O que acontece Ainda que os encontros sejam frequentes, o deslize aparece quando os temas não têm progressão ou conexão uns com os outros ou tratam de assuntos sazonais, como Copa do Mundo ou gripe H1N1. Isso acontece porque:

- Falta formação para o coordenador ser formador.
- Os profissionais não têm tempo de planejamento e instala-se a cultura do improviso na escola.

Por que é um erro O planejamento e o encadeamento dos encontros garantem o desenvolvimento progressivo dos conteúdos. Um tema só é bem trabalhado quando os professores estudam juntos, pesquisam, usam os novos conhecimentos em sala de aula, voltam com dúvidas para debater com o coordenador e os colegas e utilizam com os alunos, em várias oportunidades, as estratégias estudadas.

Como corrigir O planejamento deve ser feito com base em dois pontos: o diagnóstico da aprendizagem dos alunos e o histórico da formação de professores realizada na escola. O primeiro aponta os conteúdos a serem estudados (aqueles em que os alunos apresentam dificuldade). Já o segundo mostra como o grupo pode avançar e que, de acordo com a rotatividade de professores, certos temas podem ser retomados ou tratados em orientações individuais. Nesse sentido, é fundamental que os encontros sejam registrados (confira como fazer uma avaliação diagnóstica em Matemática e em Língua Portuguesa)

4 Indefinição de pautas

O que acontece O coordenador pedagógico pode até fazer um plano de formação, mas peca na condução dos encontros e se deixa atropelar por temas que não se relacionam com a prática de sala de aula. Isso geralmente ocorre quando ele:

- Esquece as necessidades de aprendizagem dos alunos ao organizar cada reunião.
- Detecta as necessidades, mas não estuda os conteúdos nem as didáticas específicas.
- Deixa que os docentes falem aleatoriamente sobre suas experiências sem relacioná-las às teorias.
- Tenta dar conta de muitos assuntos e não se aprofunda em nenhum deles.
- Fala sozinho durante todo o encontro, sem promover a interação entre os professores.
- Utiliza o tempo disponível para divulgar informes oficiais e administrativos.

Por que é um erro Se a reunião não estiver organizada de forma a prever todos os momentos necessários à boa formação - como um tempo para leituras, apresentação e análise de casos à luz das teorias, debate entre os participantes e solução de dúvidas -, não será eficaz.

Como corrigir O tempo da formação deve ser reservado apenas para os assuntos pedagógicos - temas administrativos podem ser tratados em reuniões específicas para esse fim ou por meio de bilhetes e e-mails. Cabe ao coordenador não deixar que a conversa durante a reunião perca o foco. É função do diretor assegurar que o coordenador tenha tempo para planejar adequadamente o HTPC.

5 Inadequação do espaço

O que acontece Não basta ter pautas bem planejadas e relacionadas com a prática pedagógica se os encontros de formação são realizados em locais tumultuados, como a secretaria da escola, ou em salas inadequadas. Os problemas com o espaço em geral surgem quando:

- A escola é pequena e não há sala para reuniões.
- Não há planejamento para o uso dos ambientes escolares e, na hora da reunião, arranja-se um local qualquer, com mobiliário improvisado (mais uma vez, a cultura do improviso ditando as regras).

Por que é um erro O espaço influencia o andamento e a progressão dos trabalhos. Sem um conforto mínimo, os professores certamente terão dificuldade em se concentrar e fazer registros.

Como corrigir É certo que aparelhos como computador e data show auxiliam na explanação e exemplificação dos assuntos abordados. Mas uma sala tranquila, com mesas e cadeiras apropriadas, e um quadro negro, ou flip-chart, também resolvem. Pode ser a sala dos professores ou mesmo a biblioteca. O importante é criar um espaço que convide os professores a ler, estudar, escrever, pensar e discutir com os colegas. Uma bandeja com café e água também ajuda a acolher os participantes.

6 Uso de atividades de motivação

O que acontece Às vezes, a gestão do tempo e do espaço é bem feita, mas os encontros são recheados com leituras para emocionar ou transmitir lições de moral; encenação de peças teatrais; apresentação de canções e propostas de pinturas e desenhos que nada têm a ver com a prática pedagógica; desabafos sobre fatos do dia a dia; palestras com profissionais que promovem a autoajuda; atividades em que os professores são desafiados a dar respostas certas e recebem prêmios; e uso de textos motivacionais. Isso ocorre porque:

- Os gestores não compreendem que tais atividades não melhoram de fato a prática pedagógica.
- Há confusão entre o que são questões pedagógicas e profissionais e o que são questões pessoais.

Por que é um erro Atividades motivacionais podem divertir e aliviar a tensão, mas não se refletem na compreensão dos docentes sobre o que ensinar nem promovem benefícios concretos para os estudantes. "Não há reflexão produtiva sem considerar os conhecimentos prévios, didáticos e pedagógicos da equipe", diz Beatriz Gouveia.

Como corrigir Os gestores devem refletir sobre como as atividades desenvolvidas no horário de trabalho pedagógico coletivo incidem no processo de ensino e aprendizagem: o professor aprendeu novos conteúdos? Tirou dúvidas sobre como ensinar? Trocou experiências sobre a prática? A ampliação do repertório cultural também deve ser considerada, não com a troca de mensagens motivacionais, mas com boas indicações de leituras e filmes e valorização da cultura local.

7 Dispensa de alunos

O que acontece Ainda que os deslizes anteriores tenham sido evitados, na hora das reuniões os alunos não têm aulas - ou voltam para casa ou ficam soltos pela escola. Em geral, isso acontece porque:
- Os professores precisam participar da formação continuada no horário de aula, pois não recebem pelas horas de estudo.
- Não há professores auxiliares ou outros profissionais que desenvolvam alguma atividade ou projeto enquanto os docentes estudam.

Por que é um erro O aluno tem direito a ter os 200 dias letivos de aulas por ano e qualquer subtração nesse total significa a perda de momentos importantes para a aprendizagem e o prejuízo no andamento do currículo. Quando os alunos permanecem na escola sem nenhuma proposta e supervisão, professores e gestores não encontram condições adequadas para estudar, já que muitas vezes são interrompidos pela bagunça ou para solucionar problemas entre as crianças e os adolescentes.

Como corrigir Assim como a falta de obrigatoriedade, a dispensa de alunos pode estar relacionada à não-regulamentação da formação em serviço. Nesse caso, o ideal também é buscar a oficialização do horário. Como medida provisória, é possível pedir que professores auxiliares ou funcionários da escola fiquem com os estudantes durante a reunião. "Projetos de jogos ou leitura são educativos e, por isso, sempre bem-vindos. E toda a equipe pode receber capacitação para desenvolvê-los", sugere Beatriz Gouveia, do Instituto Avisa Lá.

Fonte: Revista Nova Escola - http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/7-pecados-reuniao-pedagogica-coordenacao-619473.shtml?page=0

terça-feira, 22 de março de 2011

World Water Day


World Water Day

The international observance of World Water Day is an initiative that grew out of the 1992 United Nations Conference on Environment and Development (UNCED) in Rio de Janeiro. This site started in 2001 as a community space and repository where people can upload their WWD event activities and reports. The theme changes every year for which annual campiagn materials can be found at the UN-Water site by clicking the WWD 2011 logo below.

International World Water Day is held annually on 22 March as a means of focusing attention on the importance of freshwater and advocating for the sustainable management of freshwater resources.

An international day to celebrate freshwater was recommended at the 1992 United Nations Conference on Environment and Development (UNCED). The United Nations General Assembly responded by designating 22 March 1993 as the first World Water Day.